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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O dilúvio- obra de wellington alves da paraiba-inspirada nas enchentes, terremos e furacõem

            O dilúvio.

Foi assim, que trovões, já trovejaram.
E foi assim, que relâmpagos, relampearam.
Pois foi assim, que o mar todo inudou.
Foi mesmo assim, que o mundo se acabou.
Foi assim, que as águas invadiam.
E assim se destruíam.
Todo ser vivo da terra.

Foi assim que a noé, ele avisava.
E foi assim, que a mensagem, ele mandava.
Pois foi assim, falta de fé, falta de paz, de amor.
Foi mesmo assim, que o mundo se acabou.
E noé em sua arca navegava...
Seu povo se ajoelhava.
Dando o adeus, principio e fim.

Foi assim, que em erupções, vulcões entravam.
Lavas desciam, em rochas se transformavam.
Pois foi assim, que terremotos abalou.
Com ás enchentes, a terra naufragou.
Foi assim, que a estrela se apagou.
Em nuvens transformou.
Dando o adeus, principio e fim.

E assim, horas e dias se passaram.
Navegaram noite e dia, sem saber.
Novamente a estrela a se acender.
Para uma nova geração crescer.


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elogios e criticas, sao sinônimo de comentários-por risto quando se comenta engrandesse a arte-wellington alves