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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

what can I do for you- é uma obra de wellington alves da paraiba-compositor 100%paraibano-musica em Inglês traduzida para o leitor-

                               What can I do for you.
                   O que posso fazer por você.


What can I do for you.--O que posso fazer por você.
Can I help—----------------posso ajudar
Sit by me—-----------------sente-se ao meu lado
My well------------------------meu bem
What do you want from me—o que você quer de min
Want my love—-----------quer meu Amor
My heart—-----------------meu coração

My love-my well-----------meu amor, meu bem
Do you need any love—-Você necessita de amor
What does you want to do—o que Você quer fazer
Want to have sex.---------quer ter relaçôes sexuais
With me—comigo

Do you Love me—---------Você me ama
Crazy By my------------------louca Por min
Like crazy- want my love--Como louca quer meu amor
As for me—-------------------quanto a min
I´m speaking from the heart-estou falando do fundo do meu coração
Can I speak—-----------posso falar—bis
I Love sex ---------------------eu amo o sexo
With you—--------------------com você

It´s time for to Love—-----estar na hora de se amar.
To go to Love------------------vamos se amar
To Love.Until sunrise—---se amar até nascer do sol.

Compositor-Wellington Alves

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

how can that be- mais uma obra de wellington alves-compositor 100% paraibano onde hoje há poucos perdidos pelos os banquetes da vida, e pelas as calçadas das casas vizinhas

                        How can that be-
                        Como é que pode
                        Compositor-Wellington Alves

How can that be.----Como é que pode
Not on an account. - Por nenhun motivo                                       
To move on Love -- Partir pra outro amor   
Not for a on minute.- Nem Por um Segundo
Not go a away--- -----Não vá embora

I like you-------------- --Eu gosto de você
There’s no accounting for tastes-- Gosto não se discute
You it tastes delicious-Você tem um gosto delicioso
It tastes delicious. -----Tem um gosto delicioso

I Love wholeheartedly-eu amo de corpo e alma
Love wholeheartedly- amo de corpo e alma
Love forever-----------amo para sempre                               
Our Love life-----------nossa vida amorosa
A Love for life---------um amor para a vida inteira
Love of my life------  amor da minha Vida

How can that be-------Como é que pode                                                
Do you want to go.—Você querer ir  
Do you Love me—---você me ama
As for me. -------------Quanto a min
Love of my life -------amor da minha Vida
A Love for life-------- um amor pra Vida inteira
Love forever—--------amor para sempre
I Love you—-----------eu amo você

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cemitérios de lamentaçoes


ww cruzes, nas cruzes você ver.
cemitérios de lamentações
aquí jaz, grandes emprezas téxtil
alí jaz, grandes industrializaçoes.
mas. Aqui jaz outras grandes industrias
sepultada pelo o voto da inlusão
chaminés enteadas não sopram mais
vejam escandalos políticos nos jornais.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

wellington alves da paraiba-espõem mais uma das suas obras-cabeça carreta

            Cabeça carreta.

Tatuagem em seu peito.
Pulseira no braço.
Colar no pescoço.
Pra que esse estrago.
Uma fita amarrada em seus cabelos.
Amarrada em seus cabelos.

Seus olhos pequenos.
Olhando meio vesgo.
Andar compassado.
Olhando com medo. Olhando com medo.
Eles estão vermelhos. Vermelho, vermelho.
Seus olhos estão vermelhos.

Mau hálito na boca.
Um hálito de mato.
Um hálito de Eva.
Uma cabeça carreta. Cabeça carreta.
Tatuagem, pulseira, fita, Eva carreta.
Cabeça carreta. Carreta, carreta.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

viajar pra marte-obra- de wellington alves da paraiba- inspirada no planeta lunar, em relação a devastação da terra

   

         Viajar pra marte.

Espumas jorradas a beira mar.
Eu aqui sentado somente a pensar...
Degradam a terra, poluem o ar.
A terra doente delira a chorar.
Com febre ardente agita o mar.
Afogando as vidas. Invadindo lar.

Vou pegar meu táxi lunar.
Viajar pra marte.
Uma nova vida, um novo viver
Quem sabe encontrar.

Mares poluídos com óleos, e lixos
Fico a imaginar.
Como salvar as vidas
Nas profundezas do mar.
Chaminés, escape soprando
Malditas fumaças no ar.
E a fotossíntese que resta
Se esforça a purificar.

As matas perdidas, florestas no chão.
Sol enfurecido, pela devastação.
Vidas destruídas, pela ambição.
Os sonhos perdidos, na palma da mão.
Diante dos olhos, uma ilusão.

O dilúvio- obra de wellington alves da paraiba-inspirada nas enchentes, terremos e furacõem

            O dilúvio.

Foi assim, que trovões, já trovejaram.
E foi assim, que relâmpagos, relampearam.
Pois foi assim, que o mar todo inudou.
Foi mesmo assim, que o mundo se acabou.
Foi assim, que as águas invadiam.
E assim se destruíam.
Todo ser vivo da terra.

Foi assim que a noé, ele avisava.
E foi assim, que a mensagem, ele mandava.
Pois foi assim, falta de fé, falta de paz, de amor.
Foi mesmo assim, que o mundo se acabou.
E noé em sua arca navegava...
Seu povo se ajoelhava.
Dando o adeus, principio e fim.

Foi assim, que em erupções, vulcões entravam.
Lavas desciam, em rochas se transformavam.
Pois foi assim, que terremotos abalou.
Com ás enchentes, a terra naufragou.
Foi assim, que a estrela se apagou.
Em nuvens transformou.
Dando o adeus, principio e fim.

E assim, horas e dias se passaram.
Navegaram noite e dia, sem saber.
Novamente a estrela a se acender.
Para uma nova geração crescer.


a obra de um artista não pode se perder no tempo, nem ficar a vagar... há sempre um palco pra cada um, e uma estrela para brilhar. assim vivemos a sonhar... wellington alves

na palma da mão, os sonhos perdidos, pela ambição. diante dos olhos uma inlusão. matas perdidas, florestas no chão.sol enfurecido, pela devastação. ainda há esperança na mente, na mão e no coração.

boca emferrujada é uma obra de wellington alves da paraiba- onde retrata a fome de um povo- quando é duro ter que caminhar... com fome para pouco ganhar- fazer milagre com o pouco que tem, para a familia sustentar- é a politica brasileira

         Boca enferrujada.

Voar... Pensamento sobre o mundo.
Voar... Pensamentos muito alem...
Ai que dor. Dói muito em minha mente.
Pensando no ontem, no hoje, no amanhã.

Sou pobre, raquítico, e pálido.
Não tenho forças pra lutar...
Lutar... Contra esta fome
Que estar querendo-me devorá, devorá, devorá.

Faz tempo que aqui não chove.
Do solo, poeiras vagando... No ar.
É duro ter que caminhar...
Sem café, sem almoço, só jantar.
Soar, lutar, caminhar... Com esta fome.
Para muito pouco ganhar. Ganhar
Muito pouco ganhar.

Ai, ai, dói muito em minha mente.
Vendo essa massa penar...
O povo ficando calado.
Tem medo até de falar.
O salário é muito pouco.
Para um sonho. Realizar, realizar, realizar.

Minha boca enferrujando.
Meus órgãos já querem parar.
Com saudade daquelas sementes.
No fogo a cozinhar, cozinhar. Cozinhar.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

o zorro do sertão-letra e musica de- wellington alves da paraiba

     O zorro do sertão

Pelo o sertão do nordeste brasileiro.
Viveu um herói, ou bandido forasteiro.
Que para uns, foi um herói brasileiro.
Mas. Para outros, bandoleiro cangaceiro.

O zorro do sertão, o zorro do sertão.
O cangaceiro o temido lampião.
O zorro do sertão, o zorro do sertão.
Foi virgolino Ferreira o lampião.

Os latifúndios coronéis manipulavam.
O capitão lampião ignorava.
Pela a injustiça dos humildes ele lutava.
E usineiros coronéis se revoltavam.
                   Cemitérios de lamentações.

Cruzes, nas cruzes você ver...
Cemitérios de lamentações.
Aqui jaz. Grandes empresas têxteis.
Ali jaz. Industrializações.
Mas. Aqui jaz. Outras grandes indústrias.
Sepultada pelo o voto da ilusão.
Chaminés enteadas, não sopram mais.
Vejam escândalos políticos nos jornais.

Em jazigo perpetuo você ver...
Maquinários nas ferrugens em vão.
Ratos roem a tua mente. Se elegem, ti devora...
Vamos embora, é hora da evolução.

Nas fileiras de escritos, a se empregar.
Pede a deus... Um espaço conquistar.
Pensa... Em casa. Às crianças a jejuar...
Sem café, sem almoço, só jantar.
Dói no ego, o semblante se enruga a chorar.
Há... Esperança dos bons tempos regressar.

Não há vaga. Lacrado diz os portões.
Nos ouvido, apitos não ecoam mais.
Vim aqui, em busca da semente do suor.
Minhas sementes passam fome... Tenham dó.

Hospitais vão falindo você ver.
Cemitérios de lamentações.
Sem socorro, clamam o povo a solução.
As promessas foram tantas, foram em vão.
E nos enxofres hospitalar. Pacientes a penar...
Mas. Quem tem mais, medica-se particular.

Imoral é um país, sem educação.
Nos presídios, enxofres em grandes lotações...
Incentivam as grandes rebeliões.
Cofres públicos, verbas lhe passaram a mão.
A política é a ebola da nação.
O seu voto é a contaminação.
Você vota e é um voto em vão.
De ternos linhos, vampiros da maldição.
Lavam as mãos, viram às costas, você vota.
Vamos embora é hora da evolução.