cemitérios de lamentações. retrata a mais pura realidade de um país, que masacra o seu povo com a ambição e o egoísmo de uma política, que elegem-se em prol de fartar em casa, e faltar na casa do pobre. falem as industrias, educação falída, sucateam os hospitais, presidios em lotações, fome nos sertões, e as verbas lhe passaram a mão, e o povo vota em vão. e a mal ,e mau distribuição de reda reinando.
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Cemitérios de lamentações. Cruzes, nas cruzes você ver... Cemitérios de lamentações. Aqui jaz. Grandes empresas têxteis....
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
viajar pra marte-obra- de wellington alves da paraiba- inspirada no planeta lunar, em relação a devastação da terra
Viajar pra marte.
Espumas jorradas a beira mar.
Eu aqui sentado somente a pensar...
Degradam a terra, poluem o ar.
Degradam a terra, poluem o ar.
A terra doente delira a chorar.
Com febre ardente agita o mar.
Afogando as vidas. Invadindo lar.
Vou pegar meu táxi lunar.
Viajar pra marte.
Uma nova vida, um novo viver
Quem sabe encontrar.
Mares poluídos com óleos, e lixos
Fico a imaginar.
Fico a imaginar.
Como salvar as vidas
Nas profundezas do mar.
Chaminés, escape soprando
Malditas fumaças no ar.
E a fotossíntese que resta
Se esforça a purificar.
As matas perdidas, florestas no chão.
Sol enfurecido, pela devastação.
Vidas destruídas, pela ambição.
Os sonhos perdidos, na palma da mão.
Diante dos olhos, uma ilusão.
O dilúvio- obra de wellington alves da paraiba-inspirada nas enchentes, terremos e furacõem
O dilúvio.
Foi assim, que trovões, já trovejaram.
E foi assim, que relâmpagos, relampearam.
Pois foi assim, que o mar todo inudou.
Foi mesmo assim, que o mundo se acabou.
Foi assim, que as águas invadiam.
E assim se destruíam.
Todo ser vivo da terra.
Foi assim que a noé, ele avisava.
E foi assim, que a mensagem, ele mandava.
Pois foi assim, falta de fé, falta de paz, de amor.
Foi mesmo assim, que o mundo se acabou.
E noé em sua arca navegava...
Seu povo se ajoelhava.
Dando o adeus, principio e fim.
Foi assim, que em erupções, vulcões entravam.
Lavas desciam, em rochas se transformavam.
Pois foi assim, que terremotos abalou.
Com ás enchentes, a terra naufragou.
Foi assim, que a estrela se apagou.
Em nuvens transformou.
Dando o adeus, principio e fim.
E assim, horas e dias se passaram.
Navegaram noite e dia, sem saber.
Novamente a estrela a se acender.
Para uma nova geração crescer.
boca emferrujada é uma obra de wellington alves da paraiba- onde retrata a fome de um povo- quando é duro ter que caminhar... com fome para pouco ganhar- fazer milagre com o pouco que tem, para a familia sustentar- é a politica brasileira
Boca enferrujada.
Voar... Pensamento sobre o mundo.
Voar... Pensamentos muito alem...
Ai que dor. Dói muito em minha mente.
Pensando no ontem, no hoje, no amanhã.
Sou pobre, raquítico, e pálido.
Não tenho forças pra lutar...
Lutar... Contra esta fome
Que estar querendo-me devorá, devorá, devorá.
Faz tempo que aqui não chove.
Do solo, poeiras vagando... No ar.
É duro ter que caminhar...
Sem café, sem almoço, só jantar.
Soar, lutar, caminhar... Com esta fome.
Para muito pouco ganhar. Ganhar
Muito pouco ganhar.
Ai, ai, dói muito em minha mente.
Vendo essa massa penar...
O povo ficando calado.
Tem medo até de falar.
O salário é muito pouco.
Para um sonho. Realizar, realizar, realizar.
Minha boca enferrujando.
Meus órgãos já querem parar.
Com saudade daquelas sementes.
No fogo a cozinhar, cozinhar. Cozinhar.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
o zorro do sertão-letra e musica de- wellington alves da paraiba
O zorro do sertão
Pelo o sertão do nordeste brasileiro.
Viveu um herói, ou bandido forasteiro.
Que para uns, foi um herói brasileiro.
Mas. Para outros, bandoleiro cangaceiro.
O zorro do sertão, o zorro do sertão.
O cangaceiro o temido lampião.
O zorro do sertão, o zorro do sertão.
Foi virgolino Ferreira o lampião.
Os latifúndios coronéis manipulavam.
O capitão lampião ignorava.
Pela a injustiça dos humildes ele lutava.
E usineiros coronéis se revoltavam.
Cemitérios de lamentações.
Cruzes, nas cruzes você ver...
Cemitérios de lamentações.
Aqui jaz. Grandes empresas têxteis.
Ali jaz. Industrializações.
Mas. Aqui jaz. Outras grandes indústrias.
Sepultada pelo o voto da ilusão.
Chaminés enteadas, não sopram mais.
Vejam escândalos políticos nos jornais.
Em jazigo perpetuo você ver...
Maquinários nas ferrugens em vão.
Ratos roem a tua mente. Se elegem, ti devora...
Vamos embora, é hora da evolução.
Nas fileiras de escritos, a se empregar.
Pede a deus... Um espaço conquistar.
Pensa... Em casa. Às crianças a jejuar...
Sem café, sem almoço, só jantar.
Dói no ego, o semblante se enruga a chorar.
Há... Esperança dos bons tempos regressar.
Não há vaga. Lacrado diz os portões.
Nos ouvido, apitos não ecoam mais.
Vim aqui, em busca da semente do suor.
Minhas sementes passam fome... Tenham dó.
Hospitais vão falindo você ver.
Cemitérios de lamentações.
Sem socorro, clamam o povo a solução.
As promessas foram tantas, foram em vão.
E nos enxofres hospitalar. Pacientes a penar...
Mas. Quem tem mais, medica-se particular.
Imoral é um país, sem educação.
Nos presídios, enxofres em grandes lotações...
Incentivam as grandes rebeliões.
Cofres públicos, verbas lhe passaram a mão.
A política é a ebola da nação.
O seu voto é a contaminação.
Você vota e é um voto em vão.
De ternos linhos, vampiros da maldição.
Lavam as mãos, viram às costas, você vota.
Vamos embora é hora da evolução.
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