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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

                   Cemitérios de lamentações.

Cruzes, nas cruzes você ver...
Cemitérios de lamentações.
Aqui jaz. Grandes empresas têxteis.
Ali jaz. Industrializações.
Mas. Aqui jaz. Outras grandes indústrias.
Sepultada pelo o voto da ilusão.
Chaminés enteadas, não sopram mais.
Vejam escândalos políticos nos jornais.

Em jazigo perpetuo você ver...
Maquinários nas ferrugens em vão.
Ratos roem a tua mente. Se elegem, ti devora...
Vamos embora, é hora da evolução.

Nas fileiras de escritos, a se empregar.
Pede a deus... Um espaço conquistar.
Pensa... Em casa. Às crianças a jejuar...
Sem café, sem almoço, só jantar.
Dói no ego, o semblante se enruga a chorar.
Há... Esperança dos bons tempos regressar.

Não há vaga. Lacrado diz os portões.
Nos ouvido, apitos não ecoam mais.
Vim aqui, em busca da semente do suor.
Minhas sementes passam fome... Tenham dó.

Hospitais vão falindo você ver.
Cemitérios de lamentações.
Sem socorro, clamam o povo a solução.
As promessas foram tantas, foram em vão.
E nos enxofres hospitalar. Pacientes a penar...
Mas. Quem tem mais, medica-se particular.

Imoral é um país, sem educação.
Nos presídios, enxofres em grandes lotações...
Incentivam as grandes rebeliões.
Cofres públicos, verbas lhe passaram a mão.
A política é a ebola da nação.
O seu voto é a contaminação.
Você vota e é um voto em vão.
De ternos linhos, vampiros da maldição.
Lavam as mãos, viram às costas, você vota.
Vamos embora é hora da evolução.

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elogios e criticas, sao sinônimo de comentários-por risto quando se comenta engrandesse a arte-wellington alves